Análise Ergonômica Preliminar (AEP) com inventário e plano de ação.
Você escreve a AEP de cada unidade dentro da plataforma, aproveitando a avaliação de riscos psicossociais que já aplicou. No fim sai um documento numerado, com plano de ação, responsável e prazo, pronto para imprimir e para uma auditoria. A metodologia completa fica no fim da página.
- Observação direta
- Entrevista com trabalhador(es)
- Escuta dos trabalhadores
O que fica marcado aqui sai escrito na seção 3 do documento, “Metodologia utilizada”, com estes mesmos rótulos — a metodologia da AEP fica declarada, não presumida.
Três passos, e o resto é da plataforma.
Da unidade escolhida ao documento assinado, sem sair da plataforma em que o ciclo de avaliação já roda.
- 01
Você escolhe a unidade
A AEP é escrita por unidade. Você marca como os dados foram coletados e como os trabalhadores participaram, e a plataforma monta o texto em volta disso.
- 02
Cada risco vira uma linha
O risco observado em campo entra no inventário com probabilidade, severidade e nível, aproveitando o formulário de riscos psicossociais que você já aplicou.
- 03
O documento sai pronto
Seções numeradas, da identificação à assinatura, com plano de ação, responsável e prazo por medida — pronto para imprimir e para mostrar numa auditoria.
Sem instalar nada e sem cartão para testar.
Um documento numerado, da identificação à assinatura.
A AEP não sai como texto solto: o documento para impressão tem seções numeradas, na mesma ordem em que o editor as pede.
Escrita por unidade, salva enquanto você digita
O mesmo conteúdo do editor vira o documento de impressão, com a numeração e os títulos das seções no lugar.
- Uma unidade por vez, com os campos na ordem em que o documento os pede.
- Autosave por debounce: não existe botão de salvar para esquecer, e sair da tela no meio de um parágrafo não custa o parágrafo.
- Ditado por voz nos campos abertos, pela Web Speech API do navegador — útil justamente quando a AEP é escrita em campo.
- 1Identificação da empresa
- 2Objetivo da AEP
- 3Metodologia utilizada
- 4Responsabilidade técnica
- 5Avaliações
- 6Inventário de riscos psicossociais
- 7Plano de ação
- 8Consolidação
- 9Assinatura / validação
Para quem quer o detalheFicha técnica: os métodos de coleta e o inventário de riscos.
Ficha técnica: os métodos de coleta e o inventário de riscos.
A metodologia fica declarada, não presumida.
Como o dado foi coletado e como o trabalhador participou são campos do formulário — e vão para o documento exatamente como você marcou.
10 métodos de coleta, por natureza
Os rótulos que o formulário da AEP oferece, agrupados para leitura — da observação direta à avaliação das condições do posto, mais um campo aberto.
- Observação direta
- Entrevista com trabalhador(es)
- Escuta dos trabalhadores
- Registro fotográfico
- Registro em áudio
- Análise documental
- Análise de processo
- Avaliação das condições ambientais
- Avaliação das condições do posto
- Outro
6 formas de participação
Como o trabalhador entrou na avaliação, declarado no documento.
- Entrevista individual
- Entrevista coletiva
- Observação acompanhada
- Relato espontâneo
- Questionamento durante a avaliação
- Outro
A pergunta do editor é de sim ou não; marcado “sim”, as formas ficam disponíveis e saem no documento em “Como ocorreu”.
Analisar o ambiente laboral a partir do mobiliário existente, das máquinas e equipamentos do setor, da organização, do fluxo e da demanda de produtos e das condições de conforto dos trabalhadores, com fundamentação científica e legal, para melhorar a qualidade da relação homem/trabalho.
É uma sugestão de texto, editável: o objetivo do seu documento continua sendo seu.
Do risco observado em campo à medida com responsável e prazo.
O inventário avalia cada risco por probabilidade e severidade na matriz 5×5 da plataforma; as recomendações carregam status próprio, e a prioridade delas sai do nível do risco.
Matriz de risco 5×5 do inventário
Probabilidade no eixo horizontal, severidade no vertical. O nível de cada célula é calculado pela mesma função que a plataforma usa para gravar a classificação do risco.
- Baixo1 – 4
- Moderado5 – 8
- Alto9 – 12
- Crítico13 – 24
- Extremo25
Cada célula imprime o próprio score: o número é a probabilidade da coluna multiplicada pela severidade da linha, e a legenda nomeia o nível de cada faixa de score.
Como a AEP trata o risco
A ficha do inventário, linha por linha, como o editor da unidade a aplica.
- Instrumento da matriz
- Segue o formulário escolhido — COPSOQ II ou HSE-IT
- Score da célula
- Probabilidade × Severidade (1 a 25)
- Classificação
- Baixo, Moderado, Alto, Crítico ou Extremo
- Recomendações
- Com status próprio
- Prioridade da medida
- Derivada do nível do risco, e editável
- Plano de ação impresso
- Medida, responsável, prazo e indicador de controle
- Risco de origem AEP
- Para análise posterior — não altera o mapa
A prioridade não é um campo que você escolhe ao lançar a medida: ela nasce do nível do risco — alto vira prioridade alta, crítico e extremo viram urgente — e é na lista de recomendações da consolidação que ela aparece impressa, não como coluna da tabela do plano de ação.
O quadro 5×5 que pode acompanhar o documento é outro: ligando a chave “Incluir Matriz de Risco 5×5 SentinelaHub no documento”, a seção de metodologia recebe um quadro informativo próprio, sem resultados preenchidos, com as faixas da metodologia AIHA — Trivial, Tolerável, Moderado, Substancial e Intolerável. O heatmap acima é a classificação do inventário, com outros rótulos e outras faixas.
A linha do risco de origem AEP é de propósito: o risco que você registra fica marcado com a origem e segue para análise posterior, sem reescrever por conta própria o mapa consolidado da empresa. A AEP documenta o que foi observado; promover isso a mapa é decisão de quem assina.
A AEP na plataforma, ponto por ponto.
- O que é a Análise Ergonômica Preliminar (AEP) na plataforma?
- É um documento que a plataforma monta com você, no grupo de SST. O objetivo que ela já sugere no campo próprio é analisar o ambiente laboral a partir do mobiliário existente, das máquinas e equipamentos do setor, da organização, do fluxo e da demanda de produtos e das condições de conforto dos trabalhadores, com fundamentação científica e legal, para melhorar a qualidade da relação homem/trabalho.
- Quais métodos de coleta o formulário da AEP oferece?
- Dez opções: observação direta, entrevista com trabalhador(es), escuta dos trabalhadores, registro fotográfico, registro em áudio, análise documental, análise de processo, avaliação das condições ambientais, avaliação das condições do posto e um campo aberto para outro método.
- Como a participação dos trabalhadores fica registrada?
- Pelas formas que o formulário lista: entrevista individual, entrevista coletiva, observação acompanhada, relato espontâneo, questionamento durante a avaliação e um campo aberto para outra forma. O que você marca entra no documento, na seção de metodologia.
- Qual instrumento a matriz do inventário de riscos usa?
- O instrumento da matriz segue o formulário escolhido: COPSOQ II ou HSE-IT. A AEP não introduz um terceiro instrumento — ela lê o que o ciclo já aplica.
- O risco registrado na AEP altera o mapa de riscos da empresa?
- Não. O risco registrado com origem AEP fica para análise posterior e não altera o mapa. É uma decisão de desenho: a AEP documenta o que foi observado em campo sem reescrever, por conta própria, o mapa consolidado da organização.
- Preciso digitar tudo à mão?
- Não necessariamente. Os campos abertos da AEP aceitam ditado por voz pela Web Speech API do navegador, e o editor salva sozinho enquanto você escreve, com autosave por debounce — não existe botão de salvar para esquecer.
Abra uma AEP, escreva uma unidade e veja o documento numerado sair com os seus próprios dados.
Testar Plataforma